domingo, 12 de outubro de 2008

Esse intragável cotidiano que me prende à vida
É o mesmo temor ácido que me deixa lúcida.

O estar no mundo é repetitivo e limitado.
Mas não por isso abro mão deste fardo!
Nem por outra dor que me afete agora.
Não gosto daqui, mas não quero estar fora.

Marília Costa

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